Polícia prende ex-militar condenado a 20 anos por latrocínio

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10 de dezembro de 2020
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Considerado de alta periculosidade, ele foi localizado no Bairro Jardim Presidente, em Cuiabá

Policiais da Gerência Estadual de Polinter e Capturas da Polícia Civil de Mato Grosso cumpriram nesta quarta-feira (09) mais um mandado de prisão de uma pessoa procurada pela Justiça.

O preso responde a um processo na Justiça do Distrito Federal, já com condenação a 20 anos de reclusão, por latrocínio. O ex-policial militar, de 58 anos, era considerado de alta periculosidade e foi localizado no Bairro Jardim Presidente, em Cuiabá, onde recebeu voz de prisão.

A equipe da Polinter recebeu uma denúncia anônima de que no bairro haveria um criminoso foragido da Justiça. Os policiais realizaram monitoramento e após vigilância conseguiram efetuar a prisão.

O mandado judicial foi enviado à Polinter pela Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, onde o ex-policial responde pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte).

 

A prisão é em caráter definitivo, com sentença de 20 anos em regime fechado. O Código Penal prevê uma pena de 20 a 30 anos para o crime de latrocínio.

 

Crime e prisão anterior 

 

Em agosto de 2003, ele foi preso pela Polícia Federal no Distrito de Aguaçu, em Cuiabá, investigado pelo sequestro e morte de um motorista de caminhão, crime praticado em coautoria com seu irmão.

 

A vítima teve a carreta roubada e o carregamento de madeira, de alto valor agregado, foi apreendido posteriormente em Águas Lindas de Goiás, cidade goiana no entorno do Distrito Federal.

 

O corpo do condutor do caminhão foi localizado abandonado a 150 quilômetros de Primavera do Leste, em Mato Grosso. Além do ex-policial, o coautor do crime, que também era investigado por roubo e receptação de cargas roubadas, foi preso naquela ocasião.

 

Depois de ser conduzido à Polinter nesta quarta-feira, o ex-policial militar foi submetido a exame de corpo de delito e posteriormente encaminhado a uma unidade prisional em Várzea Grande, onde permanecerá à disposição da justiça até posterior deliberação.

travoltajunior


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