Mais uma pessoa acusa personal trainer de furtar joias em Cuiabá

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30 de dezembro de 20204min
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Brilhantes desapareceram em 2019, período em que a profissional dava aulas para a vítima

A Polícia Civil identificou mais uma suposta vítima da personal trainer Kátia Valéria, acusada de furtar diversas joias da empresária Rose Piran.

De acordo com o boletim de ocorrência, a profissional teria furtado dois anéis de diamante de uma outra cliente em 2019.

Um dos anéis é um solitário de diamante avaliado em R$ 15 mil e o outro é uma meia aliança cravejada de brilhantes em ouro branco, no valor de R$ 18 mil.

 

Conforme o documento, a vítima – de 41 anos – também era aluna da acusada, que a atendia em sua casa, no Bairro Santa Rosa, em Cuiabá.

 

Quando a mulher percebeu o sumiço das joias, chegou a questionar a personal. Em um áudio, Kátia teria descrito as características dos anéis sem que a dona tivesse dado tais detalhes.

 

Com a repercussão do primeiro caso, a mulher decidiu registrar o boletim de ocorrência contra a personal na última quarta-feira (23).

 

Na Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), nesta terça-feira (29), ela reconheceu os dois anéis, que haviam sido encontrados pela Polícia com a suspeita, na semana retrasada.

 

Furto de joias no Florais

 

A profissional é investigada pelo furto de relógios da marca Rolex, anéis, correntes e outros objetos de luxo da empresária durante o período em enquanto dava aulas para o filho da empresária Rose Piran.

 

Kátia trabalhava há cerca de dois anos para a família como personal trainer do filho da empresária, que tem 18 anos.

 

Segundo o delegado Guilherme Bertoli, a suspeita foi conduzida à Derf no dia 17 de dezembro para ser interrogada sobre o furto de um Rolex avaliado em R$ 200 mil após Rose Piran dar conta do sumiço da peça.

 

O delegado disse que a empresária chegou em casa no dia 16 de dezembro e deixou o Rolex em cima de uma bancada no quarto enquanto a personal dava aula para o seu filho. Na manhã seguinte, a vítima foi usar o relógio, mas não o encontrou.

 

“Ela foi analisar as imagens das câmeras de circuito interno de vigilância dos corredores e viu que a personal entrou rapidamente no quarto, coisa de 8 segundos, e saiu. Ela confirmou a suspeita que tinha em relação à personal”, explicou Bertoli.

 

A vítima esperou Kátia chegar para dar outra aula para seu filho e acionou a Polícia Civil, que conduziu a suspeita para a delegacia. No entanto, a personal não foi presa, pois não havia situação de flagrante, visto que o crime ocorreu no dia anterior.

Bertolli também revelou que há um boletim de ocorrência por furto registrado em fevereiro deste ano contra a personal.

O delegado contou que Kátia teria experimentado sete peças de roupa no provador da loja Carmen Steffens, no Pantanal Shopping, mas devolveu somente seis. A vendedora suspeitou e se deu conta do furto ao encontrar a etiqueta da roupa jogada atrás de um puff no provador.

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