Mãe denuncia negligência em atendimento de “Home Care” fornecido pela Help Vida

Shyrlley Dias da Costa, mãe de Camila Pamela, 34 anos, vítima de  feminicidio, (PAF), acamada, e tetraplégica spatica flakel, (semi vegetativa UTI em casa sistema de home Care), moradora de Várzea Grande, usou a rede social, para relatar a situação precária em que se encontra a filha, paciente  de Home Care, pela empresa Help Vida, sob custódia do estado de Mato Grosso.

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Camila Pamela, antes de estar acamada.

Conforme a postagem, a empresa que atende o Governo de Mato Grosso, vem agindo com descaso no atendimento a sua filha. Segundo a mãe, Camila é paciente de home care há alguns anos, após Shyrlley ganhar o direito na Justiça. Ela passou a necessitar desse tipo de atendimento após ser vítima de feminicidio e desde então a luta tem sido constante para garantir o atendimento necessário, mas conforme relato, nem sempre as coisas acontecem da forma correta,  afirma a mãe que precisou largar tudo para cuidar da jovem, pontuando  que a empresa não fornece a medicação completa e que muitas vezes precisa retirar do bolso, mesmo sobrevivendo com um salário mínimo, com duas crianças para criar, tem que dar conta de comprar medicamentos que deveriam ser enviados pela empresa.

“Precisei parar de trabalhar, a Help Vida não manda o material completo que consta no contrato e que é necessário para o tratamento. É uma luta constante, quando é só por falta de material ou medicamento tudo bem, busco ajuda de pessoas que sempre me atendem. Mas a situação está tão difícil que até já vendi tudo que tinha em casa pra socorrer a minha filha e a situação está complicada”, pontua.

Além da falta de medição, a mulher relata a falta de médico e pontua que quando tem ainda não tem especificação para doenças com alta complexidade, como é o caso do fisioterapeuta que atende sua filha.

os materiais de insumos praticamente 90% eu que custeio. Foi trocado o fisio da semana , vamos ver e a empresa anjos da vida que é terceirizada dos fisioterapeuta também não atende”, alega.

Outra situação é a questão da cânula que facilita o manejo das vias aéreas, conforme Shyrlley o aparelho precisa ser trocado a cada seis meses no máximo e o da sua filha já está a mais de um ano e a empresa não fez a troca.

Desesperada, a mãe explica que o impasse para a troca seria devido a necessidade de fazer o exame de cultura para identificar que tipo de bactéria se alojou devido a cânula estar velha.

Além de não querer trocar a cânula, eles querem comprar uma cânula diferente do que minha filha usa, pois ela é alérgica e não pode usar qualquer uma e a empresa não aceita”,relata

“não me atendem mais, ligo lá sou mal tratada pelas enfermeiras que não atendem bem, ao contrário, com muita grosseria e ignorância e ainda diz que é o que tem pra hoje, além de não dar precisa de nada”, relata a mãe.

Outra reclamação,  seria quanto a falta de previsão e relata que já precisou partir o medicamento em dois para poder manter o ciclo e garantir o tempo de tratamento.

Devido a toda esse impasse, Shyrlley relata que a situação está muito complicada, além de ver sua filha sofrendo maus tratos, com dor devido a cânula estragada, ainda precisa pensar em como fazer para garantir o mínimo para dentro de casa.

” já vendi tudo que tinha, não tenho mais nada, vivo de doação das pessoas próximas, até o carro precisei trocar e comprar um inferior para poder custear o tratamento da minha filha, pois a empresa que recebe todo mês do Estado faz vista grossa e não presta o serviço como se deve”, relata.

A luta que já se arrasta por muitos anos tem muitos capítulos de luta, angústia e desespero, Shylley relata que inclusive escreveu uma carta de próprio punho e deu entrada na defensoria pública na semana passada na tentativa de garantir o atendimento adequado a sua filha.

Em Tom de desespero, enquanto conversa com nossa redação,  emocionada, a mãe que já não sabe mais o que fazer, disse estar disposta a subir na torre mais alta cidade e só sair quando a televisão dar a ela a oportunidade de contar tudo que está acontecendo não só com ela, como com muitas famílias de Home Care.

Veja o post no Instagram

 

 

Confira na Íntegra!

Primeira parte de uma história que estarei contando aqui : É triste para uma mãe ficar vendo sua filha sofrendo com dores, infecção, dentro de oito meses ela pegou três pneumonia, não mandam o medicamento ( antibiótico ciclo completo), filtro do circuito respirador s só querem enviar era dez unidade por mês, de tanto eu brigar nadam 15 e tem que ser um por dia, é um descaso negligência pela parte da empresa responsável pelo paciente em home Care , por seu do SUS somos não somos tratados como cliente e pagamos imposto caros e o contrato da empresa juntamente com o Estado é valores altíssimos que recebem para cuidar dos pacientes em home Care …. Por parte de alguns funcionários da empresa somos tratados com hostilidade, com falta de respeito, isso quando não mandam falar que estão em reunião, telefones ocupados ou congestionado, não retornam às ligações, não mandam tudo que precisamos, ou na quantia certa, na maioria das vezes o que mandam não são de qualidade, ou até mesmo escrito venda proibida, não fazem exames periódicos , ( a não ser no último caso e tem que exigir), cânula da minha filha já fez 13 meses sem trocar, a sonda GTT já também venceu agora , não mandam máscara, capote, toca, minha filha a seis meses voltou pra ventilação mecânica, desde que do nada trocam de empresa de profissionais de fisioterapia e fono sem aviso prévio, …. minha filha vive no analgésico de uns três meses pra cá 😢 , até quando as empresas contadas pelo Estado por um valor exorbitante para prestar serviço aos pacientes com qualidade de vida e porque somos do SUS nos trata como se empresa está nos doando seus serviços ??? Não é de graça, pagamos imposto caros , somos clientes, tem que nos respeitar e nos dar atendimento digno …. passo por muitos problemas , dificuldades, … E ainda somos tratados dessa maneira??? ATT: Shyrlley Dias ( mãe da paciente) !

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